Superfície áspera/irregular em produtos de espuma EVA
Descrição do fenômeno: A superfície do produto apresenta corrosão, texturas granulares, irregularidades e pouco brilho.
Análise de causa
1. Questões de matéria-prima:
Baixa resistência ao derretimento do EVA; baixa tensão superficial; o tamanho das partículas do enchimento é excessivamente grande ou mal disperso; presença de impurezas nas matérias-primas.
2. Questões de formulação:
O tamanho das partículas do agente espumante é excessivamente grande, deixando grandes resíduos após a decomposição; uso insuficiente de lubrificante; baixa fluidez do fundido; uso excessivo de agentes desmoldantes, resultando em manchas na superfície.
3. Problemas de processamento:
A temperatura do molde está muito baixa, impedindo que o fundido flua o suficiente para preencher a superfície do molde; o tempo de vulcanização é muito curto, resultando em cura superficial incompleta; ventilação insuficiente, fazendo com que os gases aprisionados formem poços superficiais; a velocidade de abertura do molde é muito rápida, fazendo com que a superfície fique rasgada ou áspera.
4. Problemas com equipamentos:
A superfície do molde está áspera, arranhada ou enferrujada; o molde não fecha bem, deixando lacunas; a folga do rolo no moinho misturador aberto é muito grande, resultando em mistura irregular.
5. Soluções
Mude para um grau EVA com maior resistência ao fundido ou adicione uma pequena quantidade de POE para aumentar a resistência ao fundido; usar cargas e agentes espumantes com partículas mais finas (malha 1250 ou mais finas); aumentar adequadamente a dosagem de lubrificantes (como estearato de zinco ou ácido esteárico) para 0,1–0,3 phr; aumentar a temperatura do molde em 5–10°C; prolongar o tempo de vulcanização em 30–60 segundos; aumentar a frequência dos ciclos de ventilação para garantir a evacuação completa dos gases; reduzir a velocidade de abertura do molde para evitar rasgos na superfície; e polir regularmente a superfície do molde para remover arranhões e ferrugem.